cesarpeniche

 
             

   
 
 
aki vc comenta:

Sexta-feira, Julho 08, 2005

 

visão de belem dos altos!



Pense na felicidade!


A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... Não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos amor, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanto cinema.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E, se a gente tem pouco, é com este pouco que vamos tentar segurar a onda, com humor, fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista, é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. se a meta está alta demais, reduza-a.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
www.globo.com/maisvoce



karla(fonoudiologa)eu(turismologo)vivian(psicologa)estudamos o colegial juntos.


CESAR PENICHE - 3:52 PM

aki vc comenta:

Quinta-feira, Julho 07, 2005

 

um doce pra quem descobrir aonde esa paisagem?





resolvir postar esse texto em homenagem do meu amigo daniel

Você vai sobreviver!


Levanta da cama
Vai trabalhar e chore...
Não leia cartas ou e-mails bonitinhos que ele (ou ela) te mandava!
Não fique sentada olhando para o telefone...
Tire todos os retratos dele de cima da sua mesa.
Não ligue para ele (ou ela).
Saia de casa.
Desligue sua secretária eletrônica. Você não quer ficar na esperança de receber um telefonema dele enquanto estiver fora.
Larga esse telefone!
Não mande recados.
Tudo bem você pensar nele mas ele não tem que ficar sabendo.
Imprima todos os velhos e-mails. Não leia. Ponha num envelope com todas as fotos (exceto as duas piores, guarde essas) e outras lembrancinhas do seu namoro. Mande para a casa da sua mãe. Diga para ela guardar bem longe da sua vista até que esteja pronta para encarar tudo aquilo.
Já passou uma semana?
Está na hora de apagar o nome dele da sua agenda ou do seu celular. Escreva o nome de outra pessoa nesse lugar assim se quiser ligar não vai conseguir.
Tire as roupas dele ou dela do seu apartamento. O momento é drástico. Jogue tudo dentro de um saco e ponha na lixeira.
E chore...
É terapêutico!
Não pergunte aos amigos o que ele anda fazendo.
Ou, se fizer isso, que a pergunta seja feita a uma amiga tão íntima que você terá certeza que ele nunca ficará sabendo!
Pare de prestar a atenção nas letras de músicas, especialmente as canções de amor ou de dor de cotovelo.
Tente músicas tecno, que não têm letras.
Troque a mensagem da sua caixa postal.
Deixe uma mostrando que você está alegre como nunca jamais esteve na vida.
Os conselhos são muitos...
Acredite! Se você sobreviver aos 100 primeiros dias depois de levar o fora de um amor, você sobreviverá...

Autoria de Mandana Hoveyda







esse e casal homenageado , daniel e renata,essa roupas hummm



CESAR PENICHE - 5:02 PM

aki vc comenta:

Terça-feira, Julho 05, 2005

 

essa foto batida da janela do escritorio enfrente ver o peso , foi das fotos que mais gosto, repare no detalhe do rio , na hora depois da embarcaçao ter passado.





O frio que vem de dentro


Quatro homens ficaram presos numa caverna por uma avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude e nas roupas remendadas. Fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: ¿Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?¿
O segundo homem era negro. Seus olhos eram puro ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas.
O terceiro homem era o pobre da montanha. Conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: ¿Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."
O último homem trazia no rosto e nas mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos."
Com estes pensamentos, os homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram os cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe disse:
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.

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meus amigos formandos, e turismologos nataly e rogerio



minha grande amiga tambem turismologa ingrid e nataly tudo isso na festa de despedida de nossa amiga turismologa gabriela que foi mora no japao depois posto mais fotos desse evento.




CESAR PENICHE - 3:56 PM

 

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